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12 vinhos para o Natal 12 vinhos para o Natal

12 vinhos para o Natal

12 vinhos para o Natal

Escolher o vinho certo para a consoada é uma questão de harmonias, de equilíbrios e de prazer à mesa. Se não quer brindar no jantar de Natal com uma zurrapa, nem pretende abrir “aquela” garrafa especial para que um parente afastado dê cabo dela em três tempos, então siga uma das nossas sugestões.


Publicado em 17-Dez-2018

Ahh! A consoada! Altura do ano em que se juntam claramente mais convidados à mesa do que o número de cadeiras recomendaria. Parentes próximos e distantes, apertados numa mesa já de si cheia com todo o tipo de iguarias, fritos, assados, cozidos e doces. E cada prato pede o seu vinho para acompanhar: brancos mais leves para os fritos, ou mais gordos para o polvo ou o bacalhau. Sendo que estes normalmente vão muito bem também com os tintos, que por sua vez devem ser mais leves para acompanhar um peru e mais encorpados para ligar com um cabrito. Por fim, chegam os fortificados, Porto, Madeira ou moscatel para a sobremesa, e não se esqueça de um bom espumante, nem que seja para fazer um brinde final.
Ainda por cima é muito mais fácil agradar a gregos e troianos do que à sogra, ao cunhado e ao primo que tem a mania que percebe de vinhos. E ainda sobra o avô “no meu tempo é que o vinho era bom”, mais o tio “basta cheio, obrigado”.
Não, o Natal não é definitivamente a altura ideal para abrir um grande, grande vinho, mas ainda é menos tempo para ser sovina. Os cozinhados da mãe, da sogra, da mulher, do marido (escolha a opção mais correta no seu caso), merecem qualquer coisa de especial. Assim, tire da ideia a promoção que viu no supermercado, que promete muito, mas oferece pouco – não porque o vinho seja mau, simplesmente porque o preço promocional está muito mais perto do preço real do que o marcado inicialmente. Foque-se antes em valores seguros, com provas dadas, à altura de todas estas delícias e de todos os convivas. Ou quase…
Estas são as nossas sugestões que também pode aproveitar como boas dicas de presentes.

  • Manoella Branco 2017

    Trata-se apenas da segunda colheita deste branco, que já se afirmou como um caso sério de sucesso. Nascido de uma vinha velha, plantada a mais de 500 metros de altitude, é um vinho muito fresco e vibrante, com grande equilíbrio e no qual se nota bem o lado cítrico e floral.

    13 euros

  • Casa Ferreirinha Callabriga Tinto 2016

    Um belo exemplo do Douro: intenso, elegante, apaixonante. Um famoso crítico internacional disse ainda que tinha “aromas arrojados e final poderoso” e atribuiu-lhe 91 pontos. Se encontrar a versão de 2015 não hesite, porque o ano a mais conferiu-lhe um caráter ainda mais gastronómico.

    16,20 euros

  • Esporão Reserva Tinto 2015

    Um clássico do Alentejo, este Reserva de 2015 entrou para as Escolhas dos Editores da Wine Enthusiast (com apenas mais seis vinhos portugueses). É um tinto generoso, é aveludado, é concentrado e está muito equilibrado.

    17,99 euros

  • Quinta da Chocapalha Tinto 2015

    Um ótimo tinto para levar para a mesa. Produzido em Alenquer a partir de um blend com Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca, Castelão e Alicante Bouchet. Tem por isso muita complexidade e personalidade, mas muita suavidade também. Um vinho bem especial, sobretudo para o preço.

    7,50 euros

  • Quinta dos Carvalhais Reserva Branco 2015

    Todos conhecemos a longevidade dos vinhos do Dão, válido também para brancos como este, que até chega ao mercado apenas agora na versão de 2015 – tal como os melhores tintos estão a fazer. Um branco denso, de enorme aptidão gastronómica.

    16,50 euros

  • Roquette & Cazes Tinto 2015

    Há 15 anos, Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, juntou-se a Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bages, de Bordéus, para criar este vinho em comum, no Douro. Tudo a meias, tanto que até tem a assinatura dos enólogos das duas casas: Manuel Lobo e Daniel Llose. O resultado é um vinho Touriga Nacional (60%), Touriga Franca (25%) e Tinta Roriz (15%), que exprime bem as características naturais do Douro e a elegância dos vinhos de Bordéus.

    20 euros

  • Carvalhas Branco 2016

    A Viosinho emprestou-lhe o corpo, a estrutura, e permitiu que estagiasse oito meses em barricas de madeira. A Gouveio fez o contraponto, conferindo-lhe frescura, mineralidade e acidez. Juntas conseguem o equilíbrio perfeito, um duriense elegante e cheio, ideal para acompanhar bacalhau e queijos mais fortes.

    22,50 euros

  • Herdade das Servas Touriga Nacional 2015, tinto

    Um alentejano complexo, volumoso e fresco, bom para casar com caça, carnes vermelhas, queijos intensos e enchidos.

    16,50 euros

  • Crasto Branco 2017

    Seria preciso procurar muito para encontrar um vinho do Crasto que não fosse ótimo. E este não é decididamente o caso. Um branco de grande intensidade aromática, revelando notas de maracujá e lima, por exemplo. Na boca afirma-se com grande volume e acidez.

    9,90 euros

  • Moscatel de Setúbal 2002 Armagnac

    Este moscatel, da Coleção Privada Domingos Soares Franco, foi elaborado com uma pequena nuance, usando uma aguardente vínica de grande qualidade da região de Armagnac. Uma pequena experiência do enólogo que confere um perfil único a este moscatel.

    24,99 euros

  • Quinta de la Rosa Porto Tawny 30 anos

    É nos Tawny velhos que o Porto melhor revela o seu caráter. Mas este, além de ter 30 anos, é ainda especial porque assinala o trigésimo aniversário em que a centenária Quinta de la Rosa começou a fazer vinhos de marca própria. Um vinho soberbo, para acompanhar as sobremesas ou, melhor ainda, a solo, para ir provando calmamente, após o jantar.

    60 euros