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Está na hora de apostar num <em>smartwatch</em>? Está na hora de apostar num <em>smartwatch</em>?

Está na hora de apostar num smartwatch?

Está na hora de apostar num smartwatch?

Para quem quer ter um pouco mais no pulso do que apenas as horas, não faltam soluções no mundo dos relógios inteligentes. Estes são os smartwatches do momento.


Publicado em 13-Mai-2019

Parecem um relógio, usam-se como um relógio, mas não são bem um relógio. São mais um gadget, com ecrã digital tátil, que corre aplicações, o que abre todo um mundo de possibilidades. E estão numa onda de crescimento exponencial: quase 50% só no primeiro trimestre de 2019, por oposição ao mesmo período no ano anterior.

Assim, apesar da relativa novidade (o primeiro Apple Watch foi apresentado em 2015 e o Samsung Gear um ano antes) os smartwatches tornaram-se já numa presença comum em vários pulsos, e a maioria das pessoas usa-os para se manter conectada, recebendo notificações, alertas e e-mails, ou para melhorar o desempenho desportivo. Porque os smartwatches, com localização GPS e monitorização da frequência cardíaca, são um excelente parceiro para o desporto. Alguns ajudam até a ganhar apostas no golfe, como o Casio Protrek, fornecendo distâncias e permitindo uma melhor seleção de tacos, ou memorizando o desempenho, para analisar mais tarde. Outros podem mesmo salvar vidas, como o novo Apple Watch, que já não mede apenas as pulsações e consegue fazer um eletrocardiograma a partir do pulso, notificando em caso de ritmo irregular, alto e baixo. E tem ainda deteção de queda, com envio de alerta de emergência, o que pode ser especialmente útil para uma população mais idosa.  

O novo Apple Watch Series 4 é o mais falado – e o principal responsável pelo crescimento do setor, mas existem muitos modelos merecedores de atenção, a começar pelos Android, porque o Apple não funciona neste sistema operativo. Samsung e Huawei surgem à cabeça deste grupo, tal como nos telemóveis, com os modelos Galaxy Watch e Watch GT. E depois tem vários modelos muito interessantes virados, sobretudo para o desporto, como são os casos do Garmin Forerunner 645 Music, do Casio Protrek Smart ou do Fitbit Ionic by Adidas.

Há uma linhagem mais luxuosa, desenvolvida pelas casas de relojoaria, que se distinguem mais pela qualidade de construção e materiais, do que pela tecnologia. São mais caros também, a começar nos 1000 euros (Montblanc Summit) e subindo para os 1500 do Tag Heuer Connected ou 2300 euros do Louis Vuitton Tambour Horizon. Alguns têm muito sucesso, mas não deixam de ser uma peça de tecnologia que pode ficar rapidamente obsoleta. E depois, claro, existem opções muito mais em conta, por menos de 40 euros até, como se pode verificar numa rápida pesquisa pela Amazon. Mas se as nossas escolhas podem implicar algum investimento, por outro lado garantem uma experiência sem falhas, o que acaba por ser o mais importante.

  • Apple Watch

    A nova versão do rei dos smartwatches está definitivamente melhor, e não é só por causa dos alertas de saúde de que falámos antes. Tem um ecrã maior, melhores treinos personalizados e competições para o entusiasmarem a praticar exercício. À prova de água até 50 metros, monitoriza também a prática de natação, e tem um leitor que dispensa o telemóvel para lhe dar música enquanto treina.

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    desde 439 euros

  • Samsung Galaxy Watch

    O novo Galaxy Watch deu um salto qualitativo no que toca ao design. E tem uma grande bateria, aguentado até seis dias. Está disponível em 3 versões diferentes, de 46 e 42 mm, e numa versão Active, mais barata, pequena e leve, mas com quase todas as funções da versão maior: falta-lhe a luneta rotativa, tem uma bateria mais pequena e não tem altifalante, o que inviabiliza chamadas em alta-voz. A versão “normal” é das mais completas do mercado.

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    desde 249 euros

  • Garmin Forerunner 645 Music

    Ao contrário dos outros smart o ecrã do Forerunner 645 Music não é táctil, o que é uma novidade. Mas tem tudo o que necessita para acompanhar a corrida, incluindo a monitorização do percurso, do desempenho e do ritmo cardíaco, para ver como o corpo está a reagir ao esforço. Tal como o nome supõe, pode transferir músicas para ouvir enquanto corre (até 500), pelo que pode facilmente deixar o telemóvel em casa – e se ficar muito cansado pode sempre chamar um Uber na aplicação do relógio.

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    desde 450 euros

  • Casio Protrek Smart

    Se há marca que percebe de relógios resistentes é a Casio, com a sua linha G-Shock. Os Protrek Smart, não sendo assim tão fortes, conseguem ser bastante duros o que os torna perfeitos para atividades ao ar livre. E como a marca criou modelos específicos para certas atividades (pesca, trekking, natação, surf, neve, equitação, golfe), são uma excelente opção para os praticantes.

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    desde 299 euros

  • Huawei Watch GT

    O relógio da Huawei tem duas novas versões: uma elegante de 42 mm, e uma active de 46 mm. Ambas suportam o modo Triathlon, que pode gravar todo trajeto de triatlo (natação, ciclismo e corrida), o que significa que pode ir para debaixo de água à vontade. Tem também monitorização da frequência cardíaca em tempo real e uma autonomia gigante de duas semanas na versão desportiva e de uma na versão elegante (tamanho menor igual a menos bateria).

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    desde 229 euros

  • Fitbit Ionic Adidas

    O Fitbit Ionic é um dos melhores e completos smartwatches para a monitorização de atividade física, mas esta versão especial da Adidas oferece ainda um visual exclusivo e, sobretudo, uma série de treinos exclusivos que pode ver no ecrã do aparelho. Vídeos explicativos em áreas como “Dynamic Warm Up”, “Train the body to be more elastic”, “forceful & efficient” ou “Use interval training to boost speed and metabolism”. Ou seja, acabaram-se as desculpas para não treinar bem.

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    269.95 euros