Este website utiliza cookies para melhorar a navegação. Ao navegar no website estará a consentir a sua utilização. Para saber mais clique aqui.

Powered by

Unibanco
Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau

Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau

Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau

Para o atual CEO da Apple, a programação devia ser ensinada nas escolas, tal e qual como se fosse uma segunda língua, mas sabia que existem em Portugal escolas, como a Happy Code, que fazem precisamente isso?


Publicado em 29-Jan-2019

Não será apenas Tim Cook, o atual líder da Apple, a afirmar a sua importância. – já o seu antecessor, Steve Jobs, o fazia – pois parece evidente que o domínio de ferramentas como a programação ou a robótica serão essenciais para triunfar no mundo de amanhã – já o são no de hoje. Nem se trata apenas da aquisição de conhecimentos técnicos, pois está provado que este tipo de cursos estimulam o raciocínio, e contribuem para o desenvolvimento da criatividade, do empreendedorismo, da matemática e até do inglês.


Não está aqui em causa o papel fundamental da educação tradicional na formação académica, mas é discutível que esta se tenha sabido adaptar e modernizar por forma a acompanhar tudo o que mudou no mundo nestas últimas décadas. É por este motivo que este tipo de ofertas complementares de educação podem ser tão importantes e felizmente existem algumas em Portugal. Não tantas quanto se desejaria, mas existem, como é o caso da Sharkcoders, que foi a primeira escola portuguesa do género. Oferece cursos de programação, jogos, apps e robótica para crianças e adolescentes (entre os 5 e os 17 anos), e tem instalações no Porto e em Vila Real. Ou então da Happy Code, que conta já com 14 espaços (oito próprios, os restantes em parceria) que vão do Algarve ao Minho, passando por Lisboa e Porto. A Happy Code é mesmo uma das maiores empresas do género no mundo, tendo nascido no Brasil, onde conta com mais de 130 espaços, antes de se ter internacionalizado para Portugal, em fevereiro de 2017. Já para este ano o plano de expansão prevê ainda a entrada em Espanha, França, México e até na China.

  • Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau | Unibanco
  • Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau | Unibanco
  • Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau | Unibanco
    • Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau | Unibanco
    • Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau | Unibanco
    • Happy Code: venha aprender código, pois nem todo o tempo passado ao computador é mau | Unibanco


      Em Portugal os cursos lecionados incidem sobre a programação de computadores, o desenvolvimento de jogos e aplicações para plataformas móveis, a robótica com drones, ou até atividades mais lúdicas, como a produção e edição de vídeos para o YouTube. Geralmente os cursos estão organizados em módulos de 27 horas, com uma frequência semanal de uma aula de 90 minutos, e estão divididos por idades: Kids (7 a 9 anos), Teens, (10 a 14) e Youth (15 a 17 anos). Paralelamente, existem cursos preparados especificamente para as férias escolares, onde os alunos poderão aprender estes conceitos básicos – ciência computacional, jogos, robótica ou programação – de uma forma intensiva, mas com enfoque na diversão. Sempre é uma ocupação mais interessante e útil para os tempos livres do que ficar por casa.