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SÁBADO por C-Studio

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Rentrée informática

Rentrée informática

Que tal aproveitar os regressos à escola e ao trabalho para melhorar o parque informático lá de casa?

Um bom portátil pesa sempre um pouco. Quando não é ao ombro, é na carteira. Felizmente, a oferta hoje em dia é tão vasta que se consegue encontrar um PC para todas as bolsas, necessidades ou gostos. Basta procurar um pouco.

Foi o que fizemos, porque já não é possível viver sem um laptop, seja para terminar em casa aquele relatório urgente, para preparar a tese de final de curso no caso do estudante universitário ou para fazer um trabalho de grupo durante o secundário… É praticamente um bem de primeira necessidade, em todas as etapas da carreira.
Foi assim que partimos em busca de portáteis que juntem o número máximo de Bês possível – Bom, Barato e Bonito. E, logo a seguir, deixamos 10 dicas que nos parecem importantes para quem procura um laptop.

Os eleitos

  • Surface Laptop

    Quando a Microsoft lançou um modelo de marca própria, rapidamente marcou um benchmark de qualidade. A versão Book 2 é a mais potente (e cara, 1.799 euros) e a Go a mais simples (e barata, 459 euros), mas sem a conveniência de um verdadeiro teclado. Já a Laptop (899 euros) oferece um excelente compromisso entre preço e poder (mesmo que a atual geração tenha já um ano). P.S.: existem preços especiais para estudantes.

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  • MacBook Pro

    Só se pode elogiar os MacBook Pro no que toca ao desempenho, beleza, ou qualidade de construção. Normalmente as críticas centram-se no preço (a partir de 2.099 euros para os processadores de última geração). Já os MacBook, sem o Pro, não serão os mais adequados até porque lhes faltam entradas (apenas uma do tipo C, e zero das normais). Por fim, sendo um Mac, o sistema operativo não é obviamente Windows, uma excelente notícia para 10% dos utilizadores, e péssima para os restantes.

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  • Dell XPS

    Os Dell XPS de 13’’ são um espanto. Leves, poderosos, e com o seu ecrã InfinityEdge ocupando praticamente a totalidade da tampa, sem qualquer moldura. Mas são os mais caros da marca (a partir de 1.450 euros), pelo que a gama Inspiron oferece quase o mesmo, mas com um valor inferior (sensivelmente menos 300 ou 400 euros em modelos equivalentes).

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  • Lenovo Ideapad

    Já os Lenovo Ideapad oferecem uma ainda melhor relação qualidade-preço. Não por acaso a marca lidera o mercado mundial de laptops. Os Ideapad são a gama de médio segmento, com acabamentos exteriores em metal e na qual já consegue um i3 com SSD de 128 GB que pesa apenas 1,2 quilos e com mais de seis horas de autonomia por 650 euros, subindo depois por aí acima.

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  • HP Envy

    A HP é a outra grande líder do mercado e é impossível não gostar da gama Envy. Chassis em alumínio, processador i5 de 8ª geração, 8 GB de RAM e 256 GB SSD tudo por menos de 900 euros. É uma bela compra. Ainda melhor, arriscamos, do que comprar um Spectre, a gama que a HP coloca no topo da oferta.

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    10 dicas para quem procura computador

    1. Promoções obviamente!

    Uma boa pesquisa pela Internet e entre as principais lojas da especialidade pode permitir poupar se calhar 100 euros, ou conseguir chegar a um modelo melhor pelo mesmo valor.


    2. SSD, de Solid State Drive

    Ouve-se falar muito na velocidade do processador, mas provavelmente notará uma rapidez bem maior se optar por uma memória SSD, em lugar dos habituais discos Hard Drives. Acedem muito mais depressa à informação guardada no computador e, ainda por cima, são silenciosas e não aquecem. Por outro lado, são mais caras e raras, pelo que terá de fazer um compromisso na quantidade: provavelmente 256 GB, ou mesmo 128 GB, em lugar dos habituais 512 GB ou 1 TB (valores que começam já a surgir). Mas foi por isso que se inventaram os discos externos.


    3. CPU, de Central Processing Unit

    Vulgo processador. Os Celeron funcionam, claro, mas caso tenha disponibilidade escolha pelo menos um Intel i3 (ou o seu equivalente da AMD). Já  saber qual o mais adequado (i3, i5 ou i7) vai depender muito da utilização. Se não exigir demasiado e andar sobretudo pela Internet ou a usar os programas Office, então um i3 será suficiente. No nome típico de um processador, algo como Intel Core i5-7440HQ @ 2.80GHz, o número inicial a seguir ao modelo (o 7 neste caso) refere-se à geração do processador. Tipicamente, um 7 será melhor que um 6 embora não seja assim tão líquido, pelo que o melhor será comparar as prestações num dos inúmeros sites que o fazem.


    4. Memória RAM

    Para simplificar, é uma memória temporária, que armazena o que está a fazer nesse momento. Logo, quanto mais tiver, mais consegue fazer sem se atrasar. Quatro gigabytes é o mínimo, oito é preferível.


    5. Tamanho

    Um ecrã de 15 ou 16 polegadas pode parecer muito mais interessante do que um de 13, mas isso só significa que o laptop será maior e mais pesado. Será que vai mesmo precisar do tamanho extra? Se ainda não experimentou faça o teste em loja antes de se decidir. E já agora procure um ecrã com IPS, que oferece ângulos de visão muito melhores.

    6. Teclado

    Nem todos os teclados nascem iguais. Um bom teclado, com teclas de tamanho decente e bem localizadas e com retroiluminação (para usar em situações de pouca luz) é fundamental para uma boa experiência, mesmo para quem não passa o tempo a escrever.


    7. Portas de entrada

    Por vezes compensa olhar para os lados e descobrir quantas entradas existem. Já não é fácil encontrar um leitor de CD nos portáteis mais “portáteis”, mas deve ter pelo menos duas entradas USB 3.0, outra Type C e uma HDMI, para ligar a uma televisão ou projetor.


    8. Bateria

    Geralmente a duração da bateria fornecida pelo fabricante vale tanto quanto as emissões da Audi antes de rebentar o Dieselgate. Tente encontrar os valores em watts-hora (Wh) ou miliamperes-hora (mAh) como nos telemóveis. Quanto maior o valor, maior a duração.


    9. Peso

    Mais uma vez, tudo vai depender do uso que lhe der, mas mesmo que o transporte apenas ocasionalmente, nesses dias vai agradecer os gramas a menos. Ideal, ideal, até 1,5 quilos.


    10. Qualidade de construção

    A lógica é simples, quanto melhor a qualidade de construção, melhor a experiência e a durabilidade. Sim, porque mesmo com todo o cuidado do mundo as probabilidades de ocorrerem riscos, choques ou pequenas quedas são bem elevadas.