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SÁBADO por C-Studio

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Sete novos restaurantes de Lisboa

Sete novos restaurantes de Lisboa

A cidade das sete colinas tem muitos novos e bons restaurantes. De cozinha de autor, internacional ou portuguesa, estes são os sete que não pode mesmo perder.

Quorum

Em 2015, Rui Silvestre tornou-se no mais jovem chef nacional a conquistar uma estrela Michelin para o seu restaurante Bon Bon, no Algarve. Em 2018, Silvestre e toda a sua equipa de cozinha mudaram-se para Lisboa, para abrir um espaço novo no Chiado. Os objetivos gastronómicos são igualmente ambiciosos – os pratos acompanham o chef  há anos ou são versões muito suas de clássicos internacionais como o pho vietnamita ou o ceviche peruano – mas o ambiente pretende ser mais descontraído, familiar até. Para mais, neste Quorum a opinião do cliente é tão importante que existem tablets a circular pelas mesas para que possa fazer a sua avaliação logo no momento, seja ao serviço seja à comida. Mais transparente era impossível.

Mais informações disponíveis em zomato.com.


Prado

É sempre uma boa notícia quando os melhores talentos nacionais regressam, tal como aconteceu com o chef António Galapito que trocou Londres, onde estava há alguns anos como braço-direito de Nuno Mendes, pela sua Lisboa natal e por este Prado, na Baixa da cidade. E o Prado impressiona desde logo pelo seu enorme pé-direito com mais de seis metros de altura, e por toda a luz natural que invade o espaço. São ambos fundamentais para criar o ambiente ideal para saborear esta carta elaborada com produtos frescos, da estação, mas trabalhados com enorme criatividade e mestria. Pratos como tártaro de Barrosa com couve-galega grelhada; berbigão, espinafres, coentros e pão frito ou gelado de bolota, cevada e dulse (uma espécie de alga) são um bom exemplo de uma carta surpreendente que vale bem a pena experimentar. Uma e outra vez.

Mais informações disponíveis em zomato.com.


Taberna Fina

Taberna e Fina parece uma contradição. E é, mas propositada. Afinal, o novo restaurante de André Magalhães pretende pegar no mesmo conceito da sempre cheia Taberna da Rua da Flores, mas elevar a experiência a outro nível, com uma elaboração mais cuidada, demorada e surpreendente. A Taberna Fina ocupa o primeiro andar do hotel Le Consulat (dividindo o espaço com o Bar à Vins), um balcão privilegiado sobre a Praça Camões – e a ideia é provar, ao longo de mais ou menos duas horas, um menu de degustação com vários momentos: entre snacks, pré-entrada e entrada, pratos de peixe, carne, pré-sobremesa e sobremesa. São cerca de 10 pratos, mas se depender do taberneiro mais famoso de Lisboa, a refeição não fica completa sem uma tábua de queijos e compotas.

Mais informações disponíveis em zomato.com.


Cantina Zé Avillez

Existe um bom motivo para esta cantina se chamar do Zé e não do José, ou seja, aqui a ideia é sentirmo-nos como em casa – “com um cheirinho a alecrim”, acrescenta o mais famoso chef nacional. E entre um bacalhau lascado com grelos e broa ou umas pataniscas com arroz de feijão, a comida é mesmo tradicional, não faltando sequer os clássicos bitoque com ovo a cavalo e cozido à portuguesa. Tudo preparado sem grandes invenções ou criatividade, mas com muito sabor e utilizando apenas os melhores ingredientes. Há também muito petisco, pregos, pastéis de bacalhau, croquetes e saladas, pelo que qualquer altura do dia é boa para visitar o espaço, que funciona em horário contínuo, do meio-dia à meia-noite. E tudo isto mesmo em frente do renovado Campo das Cebolas, onde as áreas pedonais, os jardins e um parque infantil convidam os lisboetas a regressar a esta zona nobre da cidade.

Mais informações disponíveis em zomato.com.


Lumni

Há muito para ver no novo restaurante de Miguel Castro e Silva, no Bairro Alto. Pode escolher olhar para “as vistas”, porque o topo do hotel Lumiares em São Pedro de Alcântara, onde se situa o Lumni, oferece uma vista deslumbrante sobre o velho casario da cidade, ou pode optar por olhar pela janela com vista para a cozinha e observar in loco o funcionamento de uma equipa profissional e perfecionista enquanto elabora os pratos. E finalmente vai querer admirar a “obra acabada”, porque, lá diz o ditado, “os olhos também comem”. Pratos como risotto de rúcula com berbigão, robalo com laranja e funcho ou bacalhau (sous vide) com migas de hortelã e poejo prometem não deixar ninguém indiferente. Ao longo do dia, o Lumni também serve pequenos pratos e enchidos, para acompanhar com um copo de vinho ou um dos muitos cocktails da carta, no terraço.

Mais informações disponíveis em zomato.com.


O Mariscador

Para quem vem de Santarém abrir um restaurante numa Praça de Touros – a do Campo Pequeno –, a escolha de uma marisqueira soa, no mínimo, estranha. Até porque Rodrigo Castelo tem uma longa história a preparar pratos de touro bravo, como a língua de touro bravo curada, fumada e fatiada, na famosa Taberna Ó Balcão. Mas a sua cozinha é sempre uma surpresa e este Mariscador não desafina. Encontramos aqui pedaços do Ribatejo nos presuntos, pregos ou bifes – porque quem vai a uma marisqueira também come carne –, no entanto, a enfâse vai toda para os mariscos de rio que o chef conhece tão bem (mantendo excelentes contactos junto dos pescadores). Segredos como lagostim de Abrantes, a camarinha de Alcochete, o camarão de Vila Franca, e mais caranguejos e berbigões sempre de rio. Na prática, o Mariscador divide-se em dois andares, em que o primeiro, mais pequeno, está mais apto a experiências gastronómicas, e o piso de entrada mais virado para a marisqueira pura e dura. Ou seja, tem tudo o que uma marisqueira tem, e depois tem muito mais.

Mais informações disponíveis na página oficial de Facebook.


Jamie’s Italian

Estrela da teleculinária mundial, Jamie Oliver tem uma legião de seguidores em Portugal pelo que este desfecho seria inevitável. Foi assim que no início do ano Jamie Oliver ficou (finalmente) um pouco mais português, mesmo que para isso tenha assumido dupla ou tripla nacionalidade. É que entre os muitos “conceitos” de restauração do britânico – Barbecoa, Fifteen, Jamie Oliver’s Diner e Jamie’s Italian –, a escolha recaiu neste último que é também o mais internacional dos espaços, presente em 22 países pelo mundo fora. Em Portugal, não podia estar mais bem localizado, em pleno Príncipe Real, com direito a vista bellissima. À mesa, o Jamie’s não falha, com boas pastas, cozinhadas al dente, pizzas e demais comida calorosa de inspiração italiana. Tudo servido em doses generosas como podemos reparar logo na abertura das hostilidades, quando chegam as “tábuas”, uma repleta de enchidos e a outra a abarrotar de legumes grelhados. São as famosas tábuas feitas por cá com o selo de Oliver e, nem de propósito, podem ser adquiridas no restaurante e levadas para casa.

Mais informações disponíveis em zomato.com.