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SÁBADO por C-Studio

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Um paraíso sustentável

Um paraíso sustentável

Fica muito longe, mas quem nunca sonhou ir às ilhas Fiji? Principalmente se isso significar ficar alojado num resort como o Six Senses, 100% alimentado a energia solar, e verde, verde como um paraíso deve ser.

Em 2016, a tempestade Winston varreu o arquipélago das Fiji , danificando mais de 40 mil casas e afetando cerca de 40% da população. Em vez de se deixar abalar, este país feito de 333 ilhas, que ganhou fama como destino de lua de mel, decidiu aproveitar a oportunidade para traçar um novo rumo. A ideia das autoridades locais é dar à preservação dos seus ecossistemas – e da sua cultura – a mesma ênfase que ao luxo. E a boa notícia é que esta forma de turismo verde e sustentável está a ser abraçada por todos.

Para já, um dos símbolos desta nova narrativa é o recém-inaugurado resort da Six Senses. Os hotéis-spa desta conceituada marca, entre eles o “nosso” Douro Valley, estão entre os melhores do mundo, e, reconhecidos pelas suas políticas de sustentabilidade, servem de exemplo de boas práticas na área do turismo. É o que acontece aqui.

Autossustentável, o Six Senses Fiji é 100% alimentado a energia solar, sendo o primeiro hotel do género em toda a Melanésia a funcionar com baterias da Tesla, sem esquecer a aposta num cuidadoso programa de reflorestamento que pretende compensar o impacto ambiental da construção.

Situado em Malolo, nas ilhas vulcânicas das Mamanucas, o resort tem uma localização idílica, emoldurado por águas cristalinas, areias de marfim e uma exuberante floresta tropical, cujo ex-líbris são as grandes e pré-históricas árvores Baka. Lembra-se de O Náufrago, com Tom Hanks? Foi filmado precisamente nesta região…

Entre um mergulho e uma massagem

No total, são 24 villas e 60 moradias residenciais – oferecendo a máxima privacidade. Para ter uma ideia do que falamos, basta dizer que as áreas de cada alojamento variam entre os 74 e os 180 metros quadrados!… E que todos dispõem de piscina privativa, banheira ao ar livre e um deck de madeira com espreguiçadeiras, rodeado por jardins tropicais. Com um destaque especial para as 12 beach villas com acesso direto à praia e vista direta para o Pacífico.

É claro que também não falta um sofisticado spa (ou Wellness Village), com um ginásio de última geração, uma extensa área com banheiras de hidromassagem quentes e frias e um pavilhão de ioga elevado ao nível da copa das árvores. Segue-se o também habitual “Programa Integrado de Bem-Estar”, que oferece a todos os clientes conselhos, cuidados e tratamentos personalizados, juntamente com uma cozinha de inspiração local servida em cinco restaurantes estrategicamente localizados. Quanto aos ingredientes, são provenientes da horta do resort, ou fornecidos localmente por agricultores e pescadores da comunidade vizinha.

Para finalizar, há uma variedade quase infinita de desportos aquáticos, do mergulho ou snorkeling e vela à prática de surf, além de ações de proteção dos corais (que podem ser realizadas em família, com várias iniciativas que alertam os mais novos para a necessidade de preservar o planeta), e ainda a possibilidade de explorar a ilha, visitando aldeias e fazendo trilhos ecológicos, que sem muito esforço podem terminar no topo do monte Malolo. A recompensa é a vista de 360 graus sobre o paraíso.

E mesmo que para um português visitar este lado do mundo implique muitas horas de voo e quase dois dias de viagem, a verdade é que esta ilha é facilmente acessível a partir do Aeroporto Internacional de Nadi, através de um curto percurso panorâmico de lancha ou de helicóptero. Podemos garantir que, ao primeiro contacto visual, vai ficar com vontade de se tornar um náufrago e demorar muito tempo a regressar a casa…