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Grandes vinhos para aquecer as noites de outono Grandes vinhos para aquecer as noites de outono

Grandes vinhos para aquecer as noites de outono

Grandes vinhos para aquecer as noites de outono

Longe ficaram os frescos de verão, que o tempo já pede algo mais encorpado e aveludado para fazer companhia à refeição.


Publicado em 29-Nov-2019

Os dias estão definitivamente mais escuros, frios e chuvosos. Com sorte está a ler isto ao som aconchegante do crepitar de uma lareira, ou pelo menos no silêncio acolhedor de um aquecimento. Não importa, porque ambos pedem um copo de vinho. Mas o outono é também uma época de transição, quando os longos dias de verão não passam de uma memória distante e o inverno ainda não se instalou plenamente. Assim é, também, nos vinhos: devemos procurar mais complexidade e cremosidade na garrafa, mas ainda não queremos nada de muito pesado. Entre o fresco e o aveludado, estruturado e subtil, frutado e alegre… O outono é uma época fantástica para beber bons vinhos.

Chocapalha Castelão – Lisboa

Grandes vinhos para aquecer as noites de outono | Unibanco

Pode ser em Palmela que o Castelão melhor se dá hoje em dia, mas pela zona de Lisboa também não faltam bons exemplares de uma casta que, se não for controlada, produz néctares muito agressivos. Bem trabalhada, o potencial para produzir vinhos de guarda, com taninos redondos e aveludados, bastante frutados é elevado – É o que se passa aqui. Preço: 9 euros. Classificação Vivino: 3.9.

Grainha Reserva Branco 2018 – Douro

Grandes vinhos para aquecer as noites de outono | Unibanco

Um vinho de carácter muito equilibrado, de uvas que foram amadurecendo calmamente, tomando o seu tempo para desenvolver a frescura e o corpo, a fruta fresca, os citrinos e a baunilha. Algures entre o grave e o delicado. Costuma dizer-se destes vinhos que são gastronómicos, porque acompanham muito bem à mesa. Mesmo os pratos que geralmente pedem tintos.  Preço: 14,95 euros. Classificação Vivino: 3.8.

Syrah da Discórdia 2017 – Alentejo

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A Herdade Vale d’Évora fica a poucos quilómetros de Mértola, no Parque Nacional do Guadiana. Produz vinhos típicos do Baixo Alentejo, mais quentes e poderosos, que aqui a acidez da Syrah corta muito bem. É aliás a primeira vez que sai uma monocasta desta herdade (onde também estão plantadas as duas Tourigas e o Alicante Bouschet). E só se produziram 1.000 garrafas. Preço: 13,50 euros. Classificação Vivino: Sem classificação.

M.O.B. Lote 3 2016 – Dão

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Trata-se de um projeto muito interessante, até porque junta três grandes enólogos e amigos (Jorge Moreira, Francisco Olazabal e Jorge Serôdio Borges, M.O.B.) com vontade de fazer vinhos em comum — e no Dão (apesar de o percurso dos três passar sobretudo pelo Douro). Aqui encontraram três vinhas velhas plantadas com Touriga Nacional, Alfrocheiro e Jaen, castas típicas da região, que este Lote 3 junta na mesma garrafa. Fresco, de cor pouco profunda e fácil de beber, mas com uma extraordinária profusão aromática. Preço: 8,25 euros. Classificação Vivino: 3.9.

Covela Avesso – Vinhos Verdes

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Destruam-se mitos, porque há muito tempo já que também se produzem vinhos verdes cheios e complexos, com acidez bem regulada nos terroirs da região. Este Covela (quinta antiga e sobranceira ao Douro) apresenta-se mesmo cremoso na boca, com um lado floral muito vincado e um final de impressionante elegância. Preço: 7,50 euros. Classificação Vivino: Sem classificação.

Antónia Adelaide Ferreira 2015 – Douro

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O vinho que a Casa Ferreirinha lançou para homenagear a sua “fundadora”, Dona Antónia. Um vinho em crescendo de evolução, revelando-se mais completo a cada vindima. Um caso sério de respeito e o nosso vinho mais especial desta lista, tendo mesmo vencido o prémio do melhor vinho tinto do ano, no concurso da revista Grandes Vinhos, Grandes Escolhas. Para beber numa ocasião especial. Preço: 80 euros. Classificação Vivino: 4.5.

Manoella Douro Tinto 2017

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As uvas vieram de uma vinha com quase 40 anos, numa das grandes quintas do Douro. Um blend de Touriga Nacional (predominante), Touriga Franca e, em menores quantidades, Tinta Roriz e Tinta Francisca. Junte-se dois grandes enólogos, parceiros na vida e neste projeto, e não havia como dar errado. Cor intensa, concentração domesticada, taninos redondos e aveludados. Preço: 12,50 euros. Classificação Vivino: 3.8.

Mélange à 3 2018 Tinto – Dão

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Junta três castas — daí o nome —, Tinta Roriz, Touriga Nacional e Alfrocheiro. É um vinho rubi, de cor intensa, e no qual sobressaem as notas florais da Touriga, mas não é, acima de tudo, o típico vinho do Dão. É novo, descomplexado e divertido, feito para (e capaz de) apelar a um público mais jovem e descontraído nestas andanças. Preço: 4,50 euros. Classificação Vivino: 3.6.

Coelheiros Tinto 2017 – Alentejo

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Diretamente de Arraiolos, como se percebe pelo rótulo, chega-nos este Coelheiros Tinto de 2017. Com uvas (Aragonez e Alicante Bouschet) provenientes de duas vinhas (do Taco e da Sobreira) que têm como particularidade não serem irrigadas e, por isso, produzirem uvas muito equilibradas, embora mais tardiamente. Equilibrado, elegante e de textura cremosa. Preço: 9 euros. Classificação Vivino: Sem classificação.

Justino’s Madeira 3 anos – Madeira

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Dentro dos generosos, os vinhos da Madeira têm muita fama internacional (longa fama, foi o vinho escolhido para o brinde à declaração de independência dos Estados Unidos), mas muito menos conhecidos dentro de portas. Ainda por cima um exemplar, o Justino’s Sercial 1997, venceu o prémio da categoria no concurso vínico da revista Grandes Escolhas. Não precisa de começar por aí, mas este da mesma casa é uma bela porta de entrada. Preço: 14,75 euros. Classificação Vivino: Sem classificação.