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Os dobráveis e os outros: os melhores <em>smartphones</em>  de 2019 Os dobráveis e os outros: os melhores <em>smartphones</em>  de 2019

Os dobráveis e os outros: os melhores smartphones de 2019

Os dobráveis e os outros: os melhores smartphones de 2019

O ano estreou repleto de novidades, começando pelos tão falados smartphones dobráveis, mas será que serão estes os melhores para si?


Publicado em 27-Mar-2019

2019 começou com novidades mobile para todos os gostos e diferentes bolsas. Foram tantas as novidades e tão impressionantes os lançamentos que é seguro afirmar que vimos já os melhores telemóveis do ano. Só falta escolher…

Os dobráveis e os outros: os melhores <em>smartphones</em>  de 2019 | Unibanco

O último superpoderoso a ser apresentado foi o Huawei P30, o topo de gama da marca chinesa e, tal como vem sendo hábito, não deixa créditos por mãos alheias. Sobretudo na versão Pro e ao nível da fotografia, com uma quad câmara na parte traseira, com quatro sensores e lentes com a qualidade Leica, mais superzoom e fotografia noturna. Mais câmaras só mesmo no Nokia Pureview 9, com cinco lentes da Zeiss na parte posterior. Uma loucura embora a qualidade fotográfica não esteja exactamente ao mesmo nível.

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O Huawei P30 – existem como é hábito, as versões “normal” Pro e Lite (mais em conta) – surge com um look idêntico ao antecessor P20, com as lentes alinhadas à esquerda e dispostas na horizontal, ao contrário do Mate 20 que surgiu com uma câmara tripla (mais flash) num quadrado ao meio, uma disposição mais interessante, em nossa opinião. Aliás, o Mate 20 Pro é outro nome a ter em conta, apesar de ter saído ainda no final de 2018, até porque as suas características principais – 8GB of RAM processador Kirin 980 e bateria de 4200 mAh – são idênticas ao P30 na versão Pro.

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O que nenhum destes telemóveis da Huawei conseguiu resolver foi o inestético “notch” (aquele espaço preto, que alguns também chamam de “sobrancelha”, reservado para as lentes) no ecrã frontal. Algo em que a Samsung passou com distinção no novo Galaxy S10, criando um pequeno “buraco” na lateral do ecrã que, na maioria das vezes, nem sequer damos por ele.  O S10 assinala o 10º aniversário da gama Galaxy e está fortíssimo em características, sobretudo a versão Plus. Inovações como uma Lente Ultra Grande Angular, com visualização de campo de 123º, tal e qual como o olho humano, para que capture exatamente o que vê, melhor ecrã ainda, ligações mais rápidas, bateria de 4100mAh e acabamentos premium fazem dele o alvo a abater para toda a concorrência. Isto para não falar nessa opção monumental que é ter um terabyte inteiro de memória disponível, o que parece extraordinário. Dará para guardar todas as selfies que conseguir tirar, mais a biblioteca inteira (praticamente) do Netflix.

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A título de curiosidade, refira-se que tanto o Huawei P30 Pro, com uma pontuação DxOMark de 112 na câmara posterior e de 89 em modo selfie, como o Samsung S10+, com 109 e 96 respectivamente, batem toda a concorrência neste capítulo. Como pode verificar.

Descendo um pouco a fasquia – e entrando no segmento “qualidade de topo a preços mais competitivos” – surgem o Honor 20 que partilha muitas características dos P30 e Mate 20 (e resolve o notch como a Samsung), e o Xiaomi Mi Mix 3, que também oferece uma solução inovadora para o notch problem, criando uma zona deslizante. A Honor é uma marca spin off da Huawei (à semelhança da Volkswagen e da Seat, por exemplo), ao passo que a Xiaomi é já um dos maiores players mundiais, ameaçando até o terceiro lugar da Apple no topo mundial – onde a Samsung segue em primeiro e a Huawei cimenta o segundo posto, mesmo sem poder contar com o mercado norte-americano.

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      Ecrãs inovadores

      Apesar de todas estas novidades, foram os telemóveis dobráveis quem acabou por roubar todos os títulos neste início de ano.

      Há muito aguardados, os primeiros modelos destes equipamentos com ecrãs que se dobram chegaram finalmente ao mercado, e parece que os dias dos telemóveis todos iguais chegaram finalmente ao fim. Os primeiros vieram dos suspeitos do costume e foram o Samsung Galaxy Fold e o Huawei Mate X, mas muitos mais se seguirão, até pela versatilidade incrível de poder contar com um ecrã do tamanho de um tablet num equipamento que é, basicamente, um telemóvel – embora um pouco mais espesso daquilo que estamos habituados.

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          Até porque os dois modelos não funcionam da mesma maneira. O Fold é como um livro, apresentando um ecrã normal na capa e guardando o dobrável para o interior. Já o Mate X tem apenas um ecrã, dividido pelas duas faces exteriores. Fechado (ou será preferível dizer dobrado?) tem uma diagonal de 6,6 polegadas, mas quando aberto passa para as 8 polegadas. O Samsung apresenta valores um pouco menores: 4,6 e 7,3 polegadas.

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          Por se tratar de produtos bandeira chegam com os mais recentes processadores, mais memória RAM e até suporte para as redes 5G. O Fold inclui mesmo um total de seis câmaras no dispositivo e estará disponível já no segundo trimestre do ano, provavelmente em maio. O Mate X seguir-se à no mês seguinte. Quanto aos preços ambos deverão apresentar valores muito perto, ou acima, dos 2 mil euros. O custo a pagar por quem se quiser tornar num early adopter.

          Falta a Apple

          Naturalmente…quem for um fã da Apple pode esquecer tudo o que até aqui lhe dissemos e ficar com o iPhone XS, que continua a ser a melhor opção disponível: como tem as mesmas características do Max, aquilo que ganha com a versão maior não compensa a perca de usabilidade. E assim será, pelo menos até chegar setembro, e a Apple lançar os novos iPhones. Será que que nessa altura virá também uma opção dobrável?

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