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Robôs de aspiração Robôs de aspiração

Robôs de aspiração

Robôs de aspiração

Para manter a casa sempre aspirada sem nunca precisar de levantar um dedo, a solução passa por um robô aspirador. E o mercado nunca foi tão grande, nem a oferta tão boa


Publicado em 11-Out-2018

Um dia, vamos todos ter um robô mordomo que tratará de todo e qualquer pedido com grande eficiência, como nos desenhos animados dos Jetsons, a família do futuro. Um dia. Porque hoje esse sonho parece muito distante ainda, mesmo que em todas as grandes feiras tecnológicas apareça sempre um novo robô pessoal, mais avançado do que o anterior. Na realidade, nenhum deles é assim tão avançado e por isso nunca chegam a lado nenhum – experimentem criar um C3P0 que consiga levantar a mesa e pôr a loiça na máquina e vão ver como chovem encomendas…
Até lá, os grandes avanços tecnológicos estão bem mais perto do chão. Chamam-se robôs aspiradores. A oferta é cada vez maior, os preços muito aceitáveis já, e fazem cada vez melhor o trabalho.
Como funcionam? Muito simples: a uma hora pré-programada largam as suas bases e atacam toda a sujidade espalhada pela casa. Findo o trabalho, regressam à base, como se nem existissem. São perfeitamente capazes de executar estas tarefas de forma eficiente e autónoma, praticamente sem qualquer interferência do ser humano.

Robôs de aspiração | Unibanco

Aspiradores robôs há muitos, e de vários tamanhos e feitios. Alguns são maiores, com mais autonomia ou capacidade de armazenamento. Outros mais pequenos e finos, para chegarem a locais mais difíceis e caberem, por exemplo, debaixo de um sofá (ou cama). Outros excedem-se a aspirar determinado tipo de sujidade, como pelos de cães ou gatos, e basicamente deve levar tudo isso em conta na hora de escolher qual o mais adequado para si.
Alguns permitem criar “muros invisíveis”, zonas fora dos limites onde não vão aspirar, e quase todos sabem perfeitamente quando encontram um obstáculo intransponível, como umas escadas, porque a última coisa que vai querer é chegar a casa e descobrir o novo aspirador inteligente espatifado no andar de baixo.
São perfeitamente capazes de mapear na totalidade as divisões da casa, para não deixar pontos por aspirar, e se ficarem sem bateria a maioria consegue até voltar à base para recarregarem, recomeçando depois exatamente no ponto em que estavam. Existem ainda aspiradores com wi-fi que permitem ser controlados remotamente, através de uma aplicação no telemóvel, como se fossem um drone, a partir de qualquer lado do mundo. Ou seja, pode estar na China e a aspirar a casa.
Resta ainda acrescentar que toda esta tecnologia não está presa apenas aos aspiradores, porque muitas marcas oferecem também mopas, robôs limpadores de janelas ou corta-relvas recorrendo à mesma tecnologia.

Quem é quem?
A americana iRobot, de Massachusetts, é a principal marca mundial de aspiradores robô e vende-se por cá, nas principais lojas da especialidade. Mas também já tem a concorrência chinesa à altura. Neste caso, a Huawei dos aspiradores chama-se Ecovacs, e até tem limpa janelas ronotizados.

E depois existe também a Xiaomi, que neste caso é mesmo a Xiaomi, e cujos aspiradores robô têm recebido ótimas críticas. E, naturalmente, muitas marcas mais tradicionais apresentam também as suas propostas. É o caso da Hoover, da Rowenta, AEG, ou da Samsung. Até a Vileda apresenta as suas versões, quer de aspiradores quer de mopas de limpeza robotizadas, que não precisam de andar com o balde atrás.